Em meio à solidão paulistana no feriadão prolongado, quando boa parte da população abandona a cidade em busca de paz em outros cantos, o Realce esteve lá, em seu canto preferido, a quadra, tratando de esquentar a temperatura do sábado de outono com sua já tradicional cara de inverno, jogando bom futebol.
Recebemos o Guerreiros Futsal de Jd. V. Formosa, e para fazer jus ao nome do adversário, travamos boa disputa nos jogos dos dois quadros.
O Segundo Quadro, mantendo o padrão da maioria de seus jogos, houve-se bem dentro de quadra e, salvo alguns vacilos na marcação e alguma falta de capricho em alguns passes, fez jogo tranquilo, manteve-se sempre à frente no placar e venceu seu jogo sem grandes ameaças, por 5 X 1.
O Primeiro Quadro, apesar de muito desfalcado, conseguiu, com a colaboração de três atletas do Segundo, fazer um jogo equilibrado e dominou quase todas as ações, mesmo enfrentando um adversário aplicado, que fez questão de valorizar o resultado.
Mesmo enfrentando uma boa marcação, nossos meninos fizeram valer sua melhor qualidade em jogadas individuais e dominaram o jogo conquistando o placar final de 8 X 5, o qual, a julgar pelo equilíbrio do primeiro tempo, não parecia ser o esperado.
A solidão e o frio do feriadão paulistano não arrefeceram o ânimo e a vibração da rapaziada. Mais um sábado com saldo positivo a ser contabilizado.
Seja bem vindo!
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Este é o blog do Realce Futsal - Vila Matilde.
Simplesmente, vivendo e contando as coisas do time.
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Sofrimento Gratuito
Mais uma vez pudemos
presenciar um grande jogo no último sábado. Aliás, não só um. Os
jogos dos dois quadros ofereceram boas alternâncias no placar e
gerou a boa expectativa sobre quem conseguiria sair da quadra
vencedor. Realce ou Real Futsal de São Mateus.
O Segundão fez um
primeiro tempo tranquilo, sem sobressaltos. Abriu larga vantagem e
terminou a primeira etapa vencendo por 4 x 0. No entanto, o segundo
tempo foi bem diferente. O adversário que se mostrou acuado no
primeiro tempo, desta feita adiantou a marcação, pressionou muito a
saída de bola e dificultou por demais as ações.
As muitas alterações
demoraram a surtir efeito e algumas até provocaram efeito contrário.
O time continuava sem alternativas para sair de tal marcação,
perdeu qualidade, mas mesmo com toda essa pressão, acabou sofrendo
apenas um gol, pela pontaria incerta do adversário, voltando a tomar
as rédeas do jogo somente nos dez minutos finais, quando emplacou
mais três gols, finalizando a partida em 7 X 1.
O Primeiro Quadro, o
qual esperávamos que tivesse vida mais fácil, teve jogo
complicadíssimo. Seu adversário pareceu buscar força de superação
em outra dimensão. Jogando com dois atletas que já haviam atuado no
Segundo, complicou de tal maneira o jogo, que nosso time mesmo com
toda aplicação, esboçava reação para virar o placar, mas
esbarrava na boa e dura marcação contrária.
O placar só ficou
definido a menos de dois minutos do final, graças a boa jogada que
virou pênalti sofrido e convertido em cima da hora, dando números
finais à partida em 4 X 4.
Dois bons jogos que
poderiam ter nos poupado de tamanho sofrimento.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Diversão
A rapaziada que foi à quadra disposta a se divertir no último sábado, encontrou ambiente favorável e propício.
Sem tomar conhecimento, os dois quadros simplesmente se divertiram jogando futebol. Enfrentando um adversário que não ofereceu muita resistência, o futebol fluiu com facilidade, até com alguns momentos displicentes que, com um pouco mais de concentração, poderia ter chegado a placares ainda mais elásticos .
Mas considerando o ótimo desempenho do jogo (pedreira) anterior, há que se relevar o relaxamento diante de um adversário um tanto quanto verde e inexperiente.
Os placares de Realce 11 x 4 Tequila, no Segundo, e 7 x 4 no Primeiro Quadro, retratam bem a disparidade e a diferença técnica entre os dois times.
Depois da diversão garantida, ainda sobraram boas porções de risos e gargalhadas, como já é tradição na resenha pós jogo, onde se discute todo o debate "e-mailsemanal", com seus afagos e elogios em suas intermináveis e indigestas sopas de letrinhas.
Sem tomar conhecimento, os dois quadros simplesmente se divertiram jogando futebol. Enfrentando um adversário que não ofereceu muita resistência, o futebol fluiu com facilidade, até com alguns momentos displicentes que, com um pouco mais de concentração, poderia ter chegado a placares ainda mais elásticos .
Mas considerando o ótimo desempenho do jogo (pedreira) anterior, há que se relevar o relaxamento diante de um adversário um tanto quanto verde e inexperiente.
Os placares de Realce 11 x 4 Tequila, no Segundo, e 7 x 4 no Primeiro Quadro, retratam bem a disparidade e a diferença técnica entre os dois times.
Depois da diversão garantida, ainda sobraram boas porções de risos e gargalhadas, como já é tradição na resenha pós jogo, onde se discute todo o debate "e-mailsemanal", com seus afagos e elogios em suas intermináveis e indigestas sopas de letrinhas.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
O placar conta a história
O sábado voltou a ser daqueles de discussões intermináveis e
de prolongadas análises a respeito de lances bem ou mal executados durante a
partida.
O futebol esteve em alta no último final de semana. Não pela
abertura do Brasileirão que, aliás, foi um verdadeiro fiasco para os times
paulistas, mas pelas belas atuações de nossos dois quadros diante de um
adversário de respeito, o Pau no Gato Futsal da COHAB I
O Segundão disputou palmo a palmo cada pedacinho de quadra,
cada dividida. Portou-se como nos bons momentos dos bons jogos que já havia
realizado neste ano. Muita determinação, aliada a muita técnica, fizeram com que a partida fosse
disputada em alto nível, com alternâncias no placar, e o resultado que poderia
ter sido de vitória, acabou em um empate de 5 X 5, fazendo justiça ao
equilíbrio entre as duas equipes.
Já na partida do Primeiro Quadro, nem “Dona Chica” daria
jeito. Nossa meninada esteve impossível. Diante de um adversário imponente por
decantados reforços, o time deu as cartas e teve o jogo nas mãos, ou melhor,
nos habilidosos pés, durante todo o tempo. Dominou, tabelou, driblou e marcou
muito bem, deixando poucas chances ao oponente.
O jogo foi muito disputado. Afinal, do outro lado não jogava
nenhum “gato morto”. O adversário, mesmo dificultando muito as ações de nossos
meninos, acabou tendo de resignar-se e, acreditamos que, em sua autorreflexão,
acabou por admitir que as demasiadas alegações contra a arbitragem, não passaram
de mera cortina de fumaça para encobrir a total superioridade do Realce dentro
da partida. O placar de 7 X 4 pode contar a história.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Complicando a facilidade
Nem sempre o que se mostra fácil no início é concluído com a tal facilidade, e o caminho plaino e de linhas retas da primeira impressão, se enche de curvas e de altos e baixos.
Assim, levando em conta a suposta facilidade encontrada no início, tanto o Segundo, quanto o nosso Primeiro Quadro, viram e sentiram seus jogos aparentemente fáceis, se complicarem em tal proporção, que chegaram ao limiar de serem derrotados, quando ambos tiveram pleno domínio durantre grande parte da partida, mas deixaram passar as diversas oportunidades de liquidar os jogos.
O Segundo, que vencia por 3 x1 com segunrança, até boa parte do segundo tempo, deixou esta segurança se transformar em displicência e relaxamento, sofreu o revés e chegou a estar perdendo por 3 x 4, empatando a partida há menos de três minutos do final.
O Primeiro, seguindo a linha da preliminar, desfalcado e recheado pelos, já um tanto cansados, jogadores do Segundão, também complicou seu jogo que era fácil e controlado. Vencia com tranquilidade, mas abusou de peder gols exagerando no refinamento das jogadas e das finalizações e, houvesse mais alguns minutos de jogo, talvez não mantivesse a vitória e o placar, que foi largo por um bom tempo, e acabou num apertado e ameaçado 7x6 a favor.
Há quem possa dizer que até o Santos F.C., de vez em quando sofre do mesmo mal, haja vista o último jogo das finais do Paulistão, mas, guardadas as devidas e incomensuráveis proporções, que o relaxamento das facilidades não nos complique nos próximos jogos.
Assim, levando em conta a suposta facilidade encontrada no início, tanto o Segundo, quanto o nosso Primeiro Quadro, viram e sentiram seus jogos aparentemente fáceis, se complicarem em tal proporção, que chegaram ao limiar de serem derrotados, quando ambos tiveram pleno domínio durantre grande parte da partida, mas deixaram passar as diversas oportunidades de liquidar os jogos.
O Segundo, que vencia por 3 x1 com segunrança, até boa parte do segundo tempo, deixou esta segurança se transformar em displicência e relaxamento, sofreu o revés e chegou a estar perdendo por 3 x 4, empatando a partida há menos de três minutos do final.
O Primeiro, seguindo a linha da preliminar, desfalcado e recheado pelos, já um tanto cansados, jogadores do Segundão, também complicou seu jogo que era fácil e controlado. Vencia com tranquilidade, mas abusou de peder gols exagerando no refinamento das jogadas e das finalizações e, houvesse mais alguns minutos de jogo, talvez não mantivesse a vitória e o placar, que foi largo por um bom tempo, e acabou num apertado e ameaçado 7x6 a favor.
Há quem possa dizer que até o Santos F.C., de vez em quando sofre do mesmo mal, haja vista o último jogo das finais do Paulistão, mas, guardadas as devidas e incomensuráveis proporções, que o relaxamento das facilidades não nos complique nos próximos jogos.
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