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Este é o blog do Realce Futsal - Vila Matilde.
Simplesmente, vivendo e contando as coisas do time.

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Mensagem do Presidente

Prezados amigos da Familia Realce,

Chegamos a mais um Natal com a Graça de Deus.
Desde já agradeço a todos que participam de nossa Familia e desejo um Natal repleto de Paz e Saúde a todos e que Papai Noel nos  dê o presente desejado.
Que em 2011 Deus nos dê novamente a oportunidade de estarmos juntos comemorando vitórias, lamentando as derrotas, más  acima de tudo, juntos,  para festejar nossos 22 anos.

Grande Abraço!

Erasmo Santana
Realce Futsal   

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Nosso Hino

Vou erguer minha bandeira.
Não vou negar a minha devoção.
Sou Realce.
Do futsal, sou a tradição.

O que é que eu sou?

Sou Realce.
Do futsal, sou a tradição.

É um time de amigos.
É um time de irmãos.
Nosso cartão de visita
é um bom futebol
e um aperto de mão.


Então manda!
Manda uma cerva gelada
pra rapaziada festejar.

Afinal, nossa amizade
está em primeiro lugar.

Realce é vida, é paixão!
O seu azul mora no meu coração!

Realce é vida, é paixão!
O seu azul mora no meu coração!

(Letra e música: Seu João)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Espetacular partida de despedida de 2010.

A partida de despedida de 2010, ocorrida no último sábado ,18 de dezembro, foi simplesmente espetacular, pra não dizer risível.
Juntaram-se aos atletas, convidados e torcedores que acompanham o time durante todo o ano. Na arquibancada alguns poucos familiares puderam se divertir com as inusitadas jogadas meticulosamente realizadas.
Torcedores, convidados e até técnicos que se aventuraram a correr um pouco atrás da bola, puderam sentir na pele a cobrança bravia do público sedento de belas jogadas, fora das quatro linhas.

A cada furada, chute torto, tropeço na risca, taco pra trás e gol perdido debaixo da trave, era um alarido ensurdecedor da massa zombeteira.
A diversão estava garantida. Era técnico metido a pivô plantado feito um Ronaldo, mãos na cintura, a espera do passe perfeito, açucarado. Era torcedor "corneteiro"  tropeçando na linha e se esborrachando no chão, e ainda outros "pedalando" uma velha bike aposentada há muitos anos, cheia de ferrugem nas articulações.
Assim, enquanto os destemidos jogadores  PDP's, misturados a supostos atletas suavam e se divertiam dentro de quadra, nós, que não somos bobos nem nada, ríamos deliciosamente ao molhar as palavras.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lágrimas de Rinoceronte

   
             Flor-da-pele. Quem disse que não existe? O que dizer então dos brutos que amam? Eles não apenas amam, como amam intensamente. Suas expressões não mentem.
                   “Lágrimas de crocodilo”  já é uma expressão ultrapassada. A expressão do momento é “lágrimas de rinoceronte”. Eles choram e, como choram!
                A vida nos apresenta momentos de extrema sensibilidade e nos conduz a caminhos por vezes inimagináveis.
                 Neste último fim de semana nós vimos um legítimo “rinoceronte” à flor-da-pele. Neste último fim de semana nós vimos a mais pura tradução de um “bruto” que ama.
                 Um homem forte, às vezes rude, mas que não esconde a doçura em seus melhores ternos momentos, viu sua estrutura abalada, tombar ruidosamente, frente a amigos e família, vertendo irrepreensíveis lágrimas diante de singelas homenagens.
                 Um prêmio por dedicação, poucas e tocantes palavras. Um surpreendente bolinho com velinhas e vozes em coro a cantar parabéns, colocaram nosso terno “rinoceronte” Carlão em seu devido lugar.
                  Lugar de gente que ama, que sente e que chora ao lado de amigos, que também choram.
                  Querido amigo, só mude em si, se for para extrapolar e escancarar ainda mais seus sentimentos.

Homenagens

Aos homenageados, Divá, pelos 21 anos de dedicação e fidelidade e Luciano, por não medir esforços em manter essa agremiação forte e em pé, nossos mais sinceros agradecimentos e fortes abraços de satisfação. Seus esforços, suas lágrimas, suas dedicações , suas alegrias e suas fidelidades nos contagiam.

Que assim permaneçam. Que virem uma epidemia!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pequena crônica de um dia de sábado

Os sábados são assim: alguns homens acordam mais tarde, outros mais cedo que os habituais dias de feira. O propósito, no entanto, é sempre o mesmo.
Sábado é dia de esquecer o estresse, os compromissos e as mazelas da semana. Sábado é dia de, a pretexto de um velho futebol, que nem de longe, é o futebol da saudosa adolescência, encontrar amigos para desfiar aquela longa e quase interminável resenha.
Sábado é dia do aperto sincero de mãos olhando nos olhos, do abraço apertado com fortes tapas nas costas e daquele carinhoso e fraterno beijo na face. Nenhum outro dia da semana pode ser comparado ao sábado.
É nesse dia que os “quase velhos” travestem-se de atletas e fazem renascer, feito fênix, pequenos erês urbanos correndo atrás da bola, e trazendo de volta o juvenil riso fácil e o brilho dos olhos da meninice bem vivida.
No sábado, tudo aquilo que outrora pudesse ser traduzido em mágoas, frustrações e decepções, viram motivo e inspiração para piadas. Viram contos muitas vezes acrescidos de outras estórias caprichosamente recheadas de fantasias.
Ah! O que é que há nesse sábado que transforma os dias e as atitudes dos seus “meninos”? É um lugar, uma entidade? É um time, uma sociedade? Ou será realmente apenas um pleno estado de espírito?
Pode ser tudo e até mais um pouco. É um lugar, um ambiente onde alguns pais levam seus filhos, e os pais de outros filhos, velam pelos primeiros, enquanto o outro “menino-pai” se completa como homem, suando em bicas a camisa amada.
Há filhos que levam os pais, ou levados por eles, compartilham o mesmo espaço e o prazer das boas amizades.
Traduzir em palavras o que representa esta coisa que nos envolve durante todo o sábado, e por alguns ou vários momentos da semana, só mesmo recorrendo ao bom e velho Aurélio, ou a algum outro superdotado dicionário de rimas e adjetivos.
Mas com a certeza dos velhos sábios, e dos ávidos e sedentos meninos que buscam conhecimento, o sábado se resume a uma única palavra; Realce, que na sua mais simples tradução, dá um toque diferenciado no que poderia ser a monotonia de uma rotina. Realça o doce sabor da boa convivência, amizade, honestidade e lealdade.
Para quem compartilha esse estado de espírito, antes de ser qualquer coisa, no íntimo e no rosto dos meninos e homens que o fazem crescer em seu azul dia-dia, Realce é essência.
Realce é vida e paixão!
Assim como nós, apaixone-se!