Flor-da-pele. Quem disse que não existe? O que dizer então dos brutos que amam? Eles não apenas amam, como amam intensamente. Suas expressões não mentem.
“Lágrimas de crocodilo” já é uma expressão ultrapassada. A expressão do momento é “lágrimas de rinoceronte”. Eles choram e, como choram!
A vida nos apresenta momentos de extrema sensibilidade e nos conduz a caminhos por vezes inimagináveis.
Neste último fim de semana nós vimos um legítimo “rinoceronte” à flor-da-pele. Neste último fim de semana nós vimos a mais pura tradução de um “bruto” que ama.
Um homem forte, às vezes rude, mas que não esconde a doçura em seus melhores ternos momentos, viu sua estrutura abalada, tombar ruidosamente, frente a amigos e família, vertendo irrepreensíveis lágrimas diante de singelas homenagens.
Um prêmio por dedicação, poucas e tocantes palavras. Um surpreendente bolinho com velinhas e vozes em coro a cantar parabéns, colocaram nosso terno “rinoceronte” Carlão em seu devido lugar.
Lugar de gente que ama, que sente e que chora ao lado de amigos, que também choram.
Querido amigo, só mude em si, se for para extrapolar e escancarar ainda mais seus sentimentos.

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