Num sábado em que São Paulo mostrou sua cara de São Paulo, com seu céu carrancudo e cinzento e sua garoa intermitente, a rapaziada se frustrou na expectativa de se divertir correndo atrás da bola.
Num dia em que o clima favorecia a um futebol bem jogado, a discussão girou em torno das aventuras viajadas do carnaval. Faltou adversário. WO em nosso lazer semanal.
Contudo, falta de jogo não quer dizer falta de assunto. Com a rapaziada em torno da mesa decorada de garrafas, a tradicional linguicinha e o filézinho, sobrou tempo pra colocar o papo em dia e rir de quem mareou em escunas mar a dentro, e de quem se viu, qual num espelho, travestido de enfermeira ou policial feminina por conta da libertinagem carnavalesca.
De quebra, um tal "Geléia" surgiu, nem ele soube de onde, roupa recém desengarrafada, desgrenhado e sujo feito um gira-mundo, remédios à tira-colo:
- Não sei!
Foi tudo o que o alienado soube dizer em resposta a qualquer indagação.
Virado!? Põe virado nisso!
Que pinga é essa?
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