Estar distante da efervescência das discussões das manhãs de sábado, é algo que a gente ainda tenta se acostumar. Pegar o celular, a quilômetros de distãncia, só pra saber o resultado do jogo, também é inerente à essa espécie rara de amantes. Estes que, mesmo à beira de uma refrescante piscina, saboreando aquela saborosa caipirinha, ladeado de esposa, filhos e de belezas da natureza, ainda encontram uma brechinha em seu merecido momento de descanso e lazer, para digitar um torpedinho ou um numerozinho de um chegado, só porque não consegue passar um sábado se quer, sem saber como andou seu verdadeiro time do coração.
Espécie rara essa! Até quando não pode estar junto ao time, faz questão de trazê-lo pra perto utilizando os meios que tem à disposição. Dizer que se vive por algo que não seja a família, é claro que pode ser um exagero, mas o que este verdadeiro time do coração provoca na gente, é exatamente o sentimento de estarmos convivendo dentro de uma segunda família.
Assim sendo, não dói nada um simples telefonemazinho só pra saber como andam ou como andaram as coisas com os membros dessa família, que por vezes "degladiam-se", discutem, mas ao final do dia acabam sempre com aquele carinhoso "boa noite" acompanhado do mais terno beijinho na testa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário