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Este é o blog do Realce Futsal - Vila Matilde.
Simplesmente, vivendo e contando as coisas do time.

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Para ser esquecido?

Como se fosse para ratificar a sentença do velho ditado de que “o gado só engorda aos olhos do dono”, nossas “crias” não estiveram bem dentro de quadra neste sábado.

Aos olhos de quem viu os jogos, os dois quadros, desfalcados, o Segundo de vários jogadores e sem um comando fora de quadra, e o Primeiro, que jogou até os últimos dez minutos, também sem o comando de seu técnico, não disseram a que foram.

O Segundo Quadro, desorganizado e confuso, acabou sendo derrotado por 5 X 10, em jogo para ser esquecido, mas não sem antes discutir-se e corrigir-se os erros e posturas equivocadas.

O Primeiro Quadro, que de forma desinteressada empatava até quase os dez minutos finais, parece só ter engrenado após a chegada, quase que tardia, de seu comandante, terminando por vencer a partida pelo placar de 9 X 7, quando poderia ter sido muito melhor. Ainda assim, ao menos a vitória veio.

Aos ouvidos de quem não viu, chegou a impressão de que a “orfandade” e a falta de liderança acabaram por minar nossos quadros, fazendo-os algo perdidos no correr dos jogos.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A gregos e baianos

Eu não vi. Mas, parafraseando um velho apresentador da televisão brasileira, alguém viu e disse que foi muito bom. A conversa que ouvi de todos, conta a história de um bom velhinho que, de vez em quando, só falta fazer chover.

Disseram que nosso mais experiente jogador acabou com o jogo no último sábado.

Desfilando aquela velha categoria, com bolas milimetricamente enfiadas, passes precisos e a deliciosa cavadinha no arremate para o gol, nosso velhinho, Divá, desequilibrou o jogo a favor do Realce, fazendo um golaço e servindo, com a precisão de sempre, e deixando os companheiros na cara do gol.

É claro que sempre após uma jogada genial, sempre sobra um pouquinho daquela velha marra. Mas, o que fazer ...?

A quem apenas começa a superar o maior dos dramas humanos, nosso abraço, nosso ombro e nosso agradecimento por emprestar sua fina bola, que quando não tiver mais pernas para rolar por si, servirá de exemplo àqueles que herdarão, não só sua experiência, mas, principalmente, sua retidão de homem.

Nosso respeito, nossa amizade e nosso carinho.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Bons horizontes

Os bons ventos presentes durante o mês de aniversário continuam mexendo com a inspiração da rapaziada.

Enfrentando  mais uma vez, um duro adversário, 100 Problemas de Cidade Tiradentes, que exigiu da molecada do Primeiro Quadro plena dedicação, nosso time, também mais uma vez, se mostrou tomado pelo velho espírito aguerrido e sedento de vitória, e pôde até se dar ao luxo de relaxar um poquinho no segundo tempo, quando deixou o adversário reduzir a boa vantagem conquistada no primeiro tempo. Ainda assim, a vitória constituida não se esvaziou.

O Segundão, meio que inspirado no reconhecido "espírito corintiano", esteve bem dentro de quadra, mas esta inspiração parece ter servido tanto para o bem, quanto para o mal.

Para o bem, porque esteve o tempo todo em busca da vitória, não desistindo dessa busca em nenhum minuto, desde o primeiro até o último.

Para o mal, porque assim como o time profissional na partida da última quarta-feira, nosso time passou o segundo tempo inteiro dentro da quadra adversária, chutando muito a gol, contando com a belíssima atuação de seu goleiro Mário, que, literalmente, fechou o gol, e buscando o empate a qualquer custo, mas., assim como tal, esbarrou na boa marcação e postura defensiva do adversário que comemorou muito ao final do jogo, como uma saborosa quebra de tabú.

Não foi de todo mau. A postura e a garra empregada, tanto pelo Primeiro, quanto pelo Segundo Quadro, nos deixam a boa impressão de que, apesar de apenas o Primeiro ter vencido seu jogo, os horizontes não são assim tão obscuros

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A elevação do espírito

Melhor que o sabor de um bom futebol, é poder saboreá-lo em muito boa companhia.

Num dia em que  o segundo quadro mostrou a velha garra e determinação dos velhos tempos, aliados a uma boa parcela de inspiração para virar o placar desfavorável nos últimos minutos, quando jogava com um jogador a menos por causa de uma expulsão a menos de três minutos do final da partida, pudemos reviver, não só os dias de bom futebol, mas principalmente, o bom futebol em companhia de ilustres e muito queridos "visitantes", se assim podemos chamá-los, já que todos são importantes partes desta família.

Pudemos compartilhar de muitos bons momentos , rememorar boas histórias e projetar outras, ao lado, não só do longínquo Badan, como também do querido casal, Robson e Vanessa, nosso "tiozão do churrasco", Rubão, além de todos os amigos assíduos de todos os sábados.

As "visitas" provocaram um tão bem estar, que até o primeiro quadro, após ser derrotado num jogo duro e muito disputado, foi aplaudido ao final da partida, pela aplicação e dedicação dentro do jogo, no qual, apesar da derrota diante do Vilarreal Futsal de Vila Ré, demonstrou o legítimo espírito, guerreiro e esportivo, que este time sempre leva à quadra.

Que nossas "visitas" possam ser mais frequentes, e que este espírito demonstrado pelos dois quadros esteja sempre em elevação.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mudando o foco

Falando de futebol, sem falar exatamente de futebol.

Se não foi de todo bom, também não foi de todo ruim. Não pude ver o todo. Com a certeza de que não é tão mau assim, confesso que em boa parte do jogo o universo girou em torno de mim. Não porque meu ego se sobrepusesse a qualquer outro sentimento, e sim, porque a inexplicável saudade daquela adrenalina dominou meus potencializados instintos.

O prazer não mudou. Dois anos fazem muita diferença. Aquela intimidade tem de ser reconquistada. O toque, o trato soam diferentes. Quando o aconchego é procurado, parece ainda haver uma pequena distancia a ser ultrapassada, mas o prazer do contato continua ali. A intimidade sendo reconquistada aos poucos. A cada ofegante respiro, a cada gota de suor prazeirosamente vertido.

A alegria de voltar ao velho uniforme, ao velho tênis, à velha quadra para fazer exatamente as mesmas velhas coisas, como já disse uma velha propaganda, "não tem preço".

O que são dois anos? Para quem sonha viver muito mais de oitenta, quase nada. Mas, como não se tem saúde e físico para manter a chama desse prazer acesa por toda a vida, dois anos foram dolorosos de ver passar sem poder fazer o que, desde criança, proporciona tanto prazer e alegria.

É com essa alegria, com a vontade inspiradora de sempre e o prazer das velhas boas companhias que posso dizer: "É bom demais estar de volta!". Devagarinho, mas constantemente.