Eu não vi. Mas, parafraseando um velho apresentador da televisão brasileira, alguém viu e disse que foi muito bom. A conversa que ouvi de todos, conta a história de um bom velhinho que, de vez em quando, só falta fazer chover.
Disseram que nosso mais experiente jogador acabou com o jogo no último sábado.
Desfilando aquela velha categoria, com bolas milimetricamente enfiadas, passes precisos e a deliciosa cavadinha no arremate para o gol, nosso velhinho, Divá, desequilibrou o jogo a favor do Realce, fazendo um golaço e servindo, com a precisão de sempre, e deixando os companheiros na cara do gol.
É claro que sempre após uma jogada genial, sempre sobra um pouquinho daquela velha marra. Mas, o que fazer ...?
A quem apenas começa a superar o maior dos dramas humanos, nosso abraço, nosso ombro e nosso agradecimento por emprestar sua fina bola, que quando não tiver mais pernas para rolar por si, servirá de exemplo àqueles que herdarão, não só sua experiência, mas, principalmente, sua retidão de homem.
Nosso respeito, nossa amizade e nosso carinho.
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